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     Duas cadelas para você (EX) {Liana}_Mestre Arfaern


03/10/2011

Esperei dias muito ansiosa pelo nosso encontro, dormia fazendo as cenas todas na cabeça... Estava então a
horas deles, Dono também estaria lá para me receber no desembarque, mas no meio da viagem recebi sua
ligação, atendi, antes fosse apenas pra se certificar que a cadelinha não havia desmaiado no avião de
nervoso rsrs, mas não, avisava-me que se atrasaria me passando logo o telefone dela, para que quando
chegasse ligasse para ela, até hoje penso que isso pode ter sido proposital, anotei o número, nos
despedimos, então comecei a pensar: putz! E agora? To ferrada! Não conheço nada, nem ninguém... Nem
ela! Ia mesmo ter que me virar; aguardei meu vôo...

Quanto menos faltava mais nervosa eu ficava, tentando sempre me conter, desviar meu pensamento, mas
sem sucesso, Dono deixara sua cadela "sem chão", maluquinha mesmo. Já no saguão com a mala nas mãos
ensaiava ligar... Então me apresentei logo lhe perguntando onde deveria esperar minutos depois nos
encontramos, não sabia o que fazia, nos cumprimentamos e logo rodávamos a cidade de carro, esperando
a chegada do Dono. Comentamos brevemente do nervoso que sentíamos, por não sabermos como Dono
seria, como faria, foi uma situação ao mesmo tempo engraçada e gostosa, estávamos nos soltando.

Dava a hora de sua chegada, esperávamos no saguão, nervosas, lara até comprou um chocolate antes do
almoço rs achei engraçado o fato, as duas olhavam procurando-o entre as pessoas que chegavam à mesma
hora, então veio vindo Dono daquele seu jeito que me deixa louca! Cabelo no gel, óculos escuros, camisa
social... à esporte fino, GOS-TO-SÃO! e aquela malinha, cheia de brinquedos que eu a-mo! seguimos até o
carro, à caminho do restaurante nos instigava perguntando o que as duas já haviam combinado nas costas
dele, só ríamos (mais de nervoso que tudo!). Cadelinha nem comera direito, passara horas viajando e
estava nervosa demais pro apetite abrir, rumamos para o hotel...

(...) o coração palpitava, as mãos suavam frias, um frio na barriga que chegava a me ofegar de nervoso, a
cabeça estava a mil...

... adentramos o quarto como se já estivéssemos acostumados à situação, ajeitei minha mala logo no
quarto, sabia o que me esperava mas não sabia como. Dono olhava com uma expressão diferente, pude
perceber, não sei como descrevê-la mas estava diferente.

A primeira ordem foi como se aquilo já nos fosse comum, uma à outra. Ajeitando-se ainda no quarto Dono
nos mandou que tirássemos a roupa, nos entreolhamos - quem começaria? não sabia quem estava mais
ansiosa pelo que aconteceria, sei que logo as duas se despiam; eu morrendo de vergonha, de medo, de
tudo, mas apesar disso estava calma, há dias imaginava esse encontro, queria aquilo há tempos, só não
havia me dado conta desde quando. Levou um tempo, mas Dono soube me trabalhar, além da própria
vontade também havia o desejo do Dono, expresso desde o início da nossa relação, então me dispus a
envolver-me pela ideia da bissexualidade.

(...) então vi lara, ainda de calcinha fina, preta, sua pele morena, estatura mediana, cabelos longos escuros,
curvinhas gostosas que guardavam um piercing no umbigo e uma tatoo discreta meia coberta pela
calcinha... Dono ainda de roupa se aproximou dela e a encostou na parede beijando-a, admirei seu olhar
submisso para com Dono. Não sei descrever bem a sensação daquele momento, vendo Dono fazendo com
ela como fazia comigo, certa estranheza talvez, que aos poucos foi me parecendo normal tudo aquilo,
gostoso de ver. Estava me redescobrindo novamente.

Mandou que tomássemos um banho enquanto se despia, foi uma seguida da outra, uma banho quente,
gostoso mas rápido, logo as duas aguardavam Dono que tomava seu banho. Da cama, coberta pelos
lençóis acompanhei Dono se aproximando... um olhar satisfeito, sádico, Dono das duas cadelinhas na cama
(me excito de lembrar). Colocou-se entre nós duas, beijou uma depois a outra e insinuou querer me trazer
com as mãos sobre ele, e de encontro com lara, numa última olhada para Dono que ansiava ver as
cadelinhas se beijarem, voltei pra lara de modo a encarará-la... beijo macio, boca fina e gostosa, com a
língua apalpava-mos os lábios uma da outra... uma sensação surreal, saciava minha vontade e me marcava
no íntimo, não tive mais vontade de parar, me desconectara do mundo, estava inteiramente voltada a nós
três, segundos eternos, Dono se fazia entrar naquele beijo, beijamos os três. Já me encontrava cadela da
situação, o beijo é algo que me conecta noutra dimensão, não sei explicar, só sinto - meu beijo foi de
poucos, agora é só dele...

Dono iniciava mais uma cadela sua ao ménage a trois, para o seu gosto, suas vontades e fantasias.

(...) Dono estava excitado (seu pau duro me enche de tesão), vi a irmã direcionar-lhe uma oral postando-se
do lado, de joelhos levou uma das mãos, em seguida se inclinou enchendo a boca com o pau latejante do
dono... sua boquinha cheia que subia e descia no Dono, suas mãos que seguravam firmes auxiliando uma
chupada gostosa de ver, lenta... saborosa, ouvia-se os estalos, cadelinha ficou com vontade também, cheia
de água na boca. Beijei dono, sentia Dono controlando-se daquelas chupadas de lara, que delícia estava
sendo, então senti a insinuação que Dono fizera para que a cadelinha se juntasse a irmã, lara chupava
gostoso, então a cadelinha começou a lamber o que não entrara na chupada, chupando de leve o Dono que
se deliciava dessa oral, sua carinha gostosa de prazer - eu sempre dava um jeito de olhar -, lara e eu
revezamos, ouvia-se os estalinhos ritmados agora - amo chupar Dono começando pela cabecinha do seu
pau, macia, grande e mal educada, dá vontade de chupar sem parar, e colocar o máximo que conseguir
dentro da boca, subindo e descendo, sentindo a garganta se abrir, acompanhando suas expressões de
prazer... e os estalos pela pressão da sucção que me eriçam e seu cheiro que me enlouquece, me excita e
me conforta ao mesmo tempo, puro cadela!

Dono se posicionou na cama puxando a irmã que foi deitada de frente a seu encontro, observei de joelhos
na cama como quem espera o que fazer, Dono num arranque colocou sua cadela de quatro, se aproximou
segurando-a pelo bumbum, uma das mãos o ajeitou e com um pouco de jeito começou a penetrá-la...
Dono então a travou pela cintura e ficava cada vez mais violento, ela de vagar fechou os olhos se
mantendo melhor na posição, ouvia-se alguns gemidos e uma fisionomia que me fez ter a sensação que
Dono me penetrava, como se a irmã me fizesse sentir o toque do Dono; apoiou-se sobre os cotovelos na
cama, arqueando seu bumbum todo pra aquela fodida, fiquei sem reação, logo Dono fez sinal para que me
colocasse sob a irmã que ainda era usada, ela então começou com a língua quente e molhada na minha
xaninha, toques leves aos poucos se tornando chupadinhas, sentia a irmã tentando equilibrar-se na oral,
Dono a penetrava frenético, fazia com que seu corpo viesse pra frente e pra trás, e o balançar de seus
seios... uma visão muito excitante... seus gemidos me arrepiavam a pele de tesão... Uma pele macia me
tocava, senti-me sendo penetrada, um de seus dedos entrava na minha xaninha ritmando com a língua que
me tocava de leve o clitóris, minha excitação aumentou, toquei-a nos cabelos para ajeitá-los, fios longos e
macios, toquei-a tão leve que me surpreendi, dava vontade de tê-la... Observava Dono se deliciar com a
irmã, sua carinha gostosa, safada fodendo tão gostoso lara, as vezes fechava os olhos com força e urrava,
me excitava sem precisar do seu toque direto, não sabia onde mais estava minha atenção, se na oral que a
irmã fazia ou se na fisionomia maravilhosa do Dono.

Dono se tirou da irmã a fazendo se ajeitar voltada para cima apoiada num travesseiro, me trouxe então
entre as pernas entreabertas dela, meio que sobre ela, me ajeitando à sua distância de modo que meu
bumbum ficasse-lhe exposto... ver aquela mulher daquela posição me fez ter tanto tesão que a beijei sem
que Dono mandasse, desci seu pescoço sentindo seu perfume suave, sua pele macia e um cabelo cheiroso,
senti uma de suas mãos tocarem minhas costas, seu corpo estava quente, não queria parar com aquilo se
não começasse a sentir Dono se encostar em mim segurando seu pau de modo a ajeitá-lo entre meu
bumbum, logo me deu um frio na barriga e um medo, Dono não segura leve além de meter como um
cavalo, o bumbum é seu preferido. Cessei com a irmã, estava um tanto alarmada, apesar de excitada meu
bumbum estava seco, e não senti Dono colocar nada que facilitasse a entrada do seu pau... comecei então a
sentir que de tanto que contraí a musculatura anal Dono escorregou a entrada nas primeiras tentativas,
mas não desistiu para o pavor da sua cadela; senti a cabeça que apesar da reluta começava a entrar logo
toda dentro, me queimava de leve, parecia que estava sendo rasgada, seu pau entrou todo, então segurou
firme minha cintura, e não tive como reclamar, nem como sair, nem aliviar, estávamos sobre a irmã, fiquei
com receio de machucá-la se tentasse fugir, começava aos poucos foder sua cadela, a dor me fez
pressionar ainda mais a irmã na cama, irmãzinha gostosa, cheirosa, meu corpo sobre o dela, tive vontade
de agarrá-la toda apesar da dor que sentia, nesse momento me dei conta que apoiava também a cabeça na
irmã a fim de tentar conter um pouco os movimentos dele, eu gemia, de dor e de prazer, um pouco aflita
por estar sendo comida daquela forma bruta.

Dono me trouxe mais a baixo, me segurando pela cintura e me ajeitou próxima a xaninha da irmã, me dizia
para sentir o gostinho da irmã, então a lambi como senti que fizera comigo, minha língua tocava todo seu
grelinho, pequenino, apertadinho, num tom rosado que fazia jus ao seu gostinho, gostinho de mulher,
inédito! Tive que sentir a irmã por dentro, a penetrei de pouco, não tinha experiência fiquei com medo que
a machucasse; os três estavam suados já, Dono me fodia gostoso, adoro quando segura sua cadela de
quatro na cama, mas meu bumbum já doía no fundinho, quase não aguentando Dono mais, foi quando
senti um arzinho frio, Dono se afastava caminho ao banheiro, ficamos as duas à espera, tive vontade de
agarrar a irmã, mas era tudo novo, tudo diferente, tudo tão gostoso, não sabia se ela iria querer, me
contive. Dono voltava do seu banho mandando suas cadelinhas para o chuveiro. Eu estava toda ardidinha
já, morrendo de medo se Dono resolvesse usar mais meu bumbum.

Voltando do banho nos ajeitamos uma de cada lado dele, um pouquinho já dolorida eu estava, encostei-me
no seu braço, me ajeitei entre os lençóis e logo já não via mais nada.

PARTE 2

Acordar à três! que delícia! duas cadelinhas pra Dono dar bom dia e mandar ir se arrumar pro café. Dono
como sempre mais rápido em se vestir, as duas terminavam de se aprontar, então descemos para o café da
manhã, percebi a indiscrição das pessoas ao redor que olhavam a situação, não sei explicar se curiosas,
repugnadas, admiradas, sei lá o que pensavam, sentavam-se os três a tomarem seus cafés -
particularmente adoooro isso em público, quanto mais olhavam mais eu gostava, talvez uma invejazinha
deles e um espanto delas, enfim, a situação me agrada e fiquei o tempo todo confortável, por que não? por
que não duas para um? a-mo! e se vissem beijo? kkkk eu amaria mostrar com certeza!

Fazia calor, o hotel se separava da praia por uma avenida extensa, saíam os três de carro à caminho de uns
compromissos de lara, passamos o dia assim, curtindo a cidade e o bom tempo, aproximava a hora do
almoço, já planejávamos onde comeríamos, cadelinha já quase morrendo sei lá de que, sem apetite pra
ajudar, Dono sempre reclama que quase não como, se incomoda com a quantidade e sempre diz isso, os
restaurantes tinham muitos pratos típicos do litoral, muito peixe e frutos do mar, cadelinha é mineira!
Nem preciso contar o gosto rs. Almoçamos e rodamos mais um tempo, cadelinha não está habituada a
ficar tanto tempo fora de casa sobre quatro rodas, pedi então pro Dono que me deixasse no hotel enquanto
ele e lara terminassem o que tinham que fazer no dia.

Deixaram-me na porta do hotel, subi pelo elevador, em instantes estava no quarto novamente, meio tonta,
cansada... o quarto estava limpo, as toalhas repostas a cama bem feita, tudo branco, macio, cheiroso... o
quarto estava claro e ventilado, a janela apenas no vidro, o hotel estava numa pequena reforma na fachada,
haviam uns andaimes e pessoas trabalhando, ninguém trabalhava em frente à janela, então não fiz questão
de fechá-la, estava gostando da luminosidade do quarto. Larguei-me na cama por alguns instantes,
respirei... levantei e comecei a me despir lentamente frente ao espelho, me olhando... todinha do
Dono!andei um tempo nua pelo quarto, entrei e saí do banheiro até que entrei pra tomar um banho. Fiquei
hora lá no chuveiro, relaxando o corpo, saí me enxuguei, novamente estava no quarto, nua, fresca, cabelos
ainda pingando o banho. Organizei minha mala, penteei meus cabelos frente ao espelho novamente, então
me ajeitei na cama entre os lençóis frescos, liguei a TV, esperando Dono e lara chegarem.

Não sei quanto tempo levaram pra chegar, ouvi se aproximando da porta, Dono então entrou primeiro e
logo bateu o olho na janela me falando de ser maluca de não ter fechado a janela, que os caras trabalhavam
ali etc., se encaminhando pra janela; eu não havia visto ninguém, não vi mal em deixá-la aberta, mas
quando Dono chegou na janela fechando as cortinas longas e escuras notou que havia um cara que estava
posicionado logo a baixo da linha de visão de dentro pra fora, Dono falava fazendo uma cara como se
tivesse me pego no flagrante de um crime rs, fiquei receosa, voltando veio falando voltado pra lara que eu
era além de tudo exibicionista - claro! não vi o cara ali, mas se ele me espiou no quarto eu adorei a ideia,
não nego ser exibicionista, além de que mostrar o que já tem dono me dá tesão! - eu rindo por dentro,
Dono com uma cara..., e lara ria da situação, achou engraçado o ocorrido.

Cadelinha já estava nuazinha na cama, lara tomou seu banho e estávamos a espera do Dono. Momentos
depois vinha ele... um risinho sádico de canto aqueles olhinhos puxados sádicos me matam de tesão.
Caminhou até a outra ponta do quarto, passando pelos pés da cama nos observando, as duas
acompanharam o que fazia... tirou duas sacolinhas pretas da mala, uma pra cada cadelinha: nossos gags e
coleiras, o que significava trabalho pras cadelinhas! Empolguei num estalo, amo ficar de coleira para ele!
como escravinha dele. Mandou que ajudássemos uma a outra a abotoar nossas coleiras. Então se
aproximou até a cama e se ajeitou, uma cadelinha de cada lado, Dono beijou suas cadelas que se beijaram
em seguida. Mandou que lara montasse no seu pau, todo excitado, lara obedeceu, se penetrou e logo
Dono a usava pro seu prazer. Eu observei seus movimentos entregues para ele, os cabelos longos que
desciam até quase a cintura, aquela mulher encoleirada para Dono... obedecendo-o como cadela, estava
tão gostosa submissa à ele... me excitou! Dono hora e outra me beijava, falando perto do ouvido olhando
para a irmã: IRMÃ GOSTOSA? GOSTA DELA? - Eu olhava para seu corpo sobre Dono e respondia
afirmando, me encheu de tesão Dono amando a irmã que lhe dava muito prazer, isso me realizava, lara
dando prazer para Dono. Nunca havia me colocado em posição de voyeur, Dono mais uma vez
trabalhando sua cadelinha, confesso que excitou muito participar de forma indireta - Dono ali, se
satisfazendo com a irmã, lara obedecendo ele, sendo usada pelo mesmo Dono da minha submissão...
começo a me excitar de imaginar isso de novo. Isso é ver Dono tão dominador da situação que me enche
de prazer, fico sedenta por mais, sempre mais.

(...) me mandou que chupasse os biquinhos dela, ainda a usando, (vivia me falando que me queria
chupando uns peitinhos rs) deixava cadelinha maluca, e lara tem seios deliciosos, amei. Trocou de
cadelinha, me queria chupando, então chupei tudinhooo, estava muito duro, muito gostoso (excitando de
lembrar!). Se colocou melhor na cama me trazendo à sua frente, começou a usar sua cadela. me enchia com
seu sexo, usou até se cansar, então segurou lara sob seu corpo, enquanto a usava de frente com as pernas
entre abertas, cadelinha a beijou e a tocava nos seios, lara fazia uma carinha muito gostosa quando Dono a
fodia, olhar me dava prazer, então pressionou mais lara contra a cama levantando suas pernas e se
posicionando de forma mais vertical, de modo que eu visse todo o movimento enquanto ele entrava e saía
da irmã... que fodida maravilhosa, e que gostoso ver Dono naqueles movimentos, comendo sua cadela que
gemia feito no cio, me mandou que o chupasse naquela posição, cadelinha de quatro na cama chupava o
saco do Dono que batia na xaninha da irmã, toda molhadinha de tesão, escutava a fodida e sentia o
gostinho deles, Dono as vezes urrava metendo mais forte, cadelinha molhava de ouvir e sentir Dono
fazendo sexo. Virou lara e a colocou de lado pra comer seu bumbum, mandou que cadelinha pegasse o
gel, logo enchi a mão e passei no se pau muito duro, minha mão estava menor parecia rs, e lambuzei bem
o bumbum dela, ainda sentia o meu, todo fodidinho, fiquei com dó da irmã, um bumbunzinho tão
pequenino, enquanto passava o gel, ele aguardava pouco afastado dela, a cabeça encostava em suas
nádegas, segurava-a pelo braço, como se desse pra ela fugir! Depois me ausentei, fui tirar o excesso das
mãos, não presenciei, quando voltei ainda suada, nos mandava pro banho, desatava nossas coleiras,
mandando que entrássemos juntas, revezávamos o chuveiro enquanto ele nos observava, terminamos e
logo foi sua vez.

Já era quase hora do jantar, lara se vestiu, se ausentaria instantes para pegar novas roupas. Ficamos a sós,
deitados um pouco cansados, eu alisava Dono, amo passar a mão nele, não demorou e logo estava rijo,
cadelinha segurava firme enchendo a mão, já molhadinha de tesão de senti-lo excitado, se descobriu, se
olhou e olhou pra cadelinha, mas estava tão gostoso pegar no Dono que só depois q insinuou forçando a
cabeça da cadelinha pra baixo é que me puis a chupar, estava rijo, não tinha vontade de parar, dada a hora
ele me interrompeu, me mandou que começasse a trocar, também se trocando. Logo lara chegou,
estávamos arrumados, no caminho decidíamos o local.

PARTE 3

Após o jantar seguimos para um barzinho, mais três amigas de lara nos acompanhavam, baunilhas, não sei
o que passavam nas suas cabeças, mas notava olhares que procuravam entender qual era a de nós três,
ma-ra-vi-lho-so de novo! amei, amo deixar leigos entendendo menos ainda kkk. A noite estava amena,
agradável, Dono pedia cervejas, cadelinha se recusou beber, fica língua solta demais, ainda renderia uns
castigos, mas ele não deixou, cadelinha ainda bebeu o suficiente para se soltar, estava observando o local,
as pessoas, ouvindo a música... não sossegava na cadeira. Dono bebia tranquiiiilo, só observava, então
começou a perguntar sobre MG pra cadelinha, das danças, se pareciam com as do bar... cadelinha soltou a
língua, hora conversávamos todos, hora observávamos o movimento, eu dizia pra lara que não podia mais
beber, ela só olhava, rs não adiantava afastar o copo, então amassei guardanapos e enfiei todos dentro do
copo, sem deixar espaço, rimos todas à mesa, quando dono percebeu o que tinha feito ameaçou chamar o
garçom para pedir outro novo, apavorei, mas morria de rir por dentro, segurando, pois estava do lado
dele que a todo momento chegava mais perto para que eu o ouvisse a falar e me beliscava por debaixo da
mesa, kkk cadelinha ria, em público sei que dono não mostra nada, dono percebeu, passou a mão nos
meus cabelos, num impulso pequeno trouxera o corpo longe dele, ele riu debochando da cadela que se
assustava rs, desceu a mão no pescoço de forma sutil me segurou forte, senti um incômodo, mas morria
de rir por dentro, me falou no ouvido que eu ia apanhar muito, cadelinha esperta lembrou do que ele
falara, que não marcaria meu bumbum dessa vez para que fosse a praia de biquíni, via aqueles olhinhos
puxados "tranquiiilos" que segurava aquele risinho que amo, tive vontade que me pegasse pelos cabelos,
deixasse de se controlar e explodisse comigo, eu estava toda soltinha pela bebida, ria de tudo por dentro,
vendo que ele se continha no bar. Dada a hora voltamos para o hotel, deixamos as amigas de lara no
caminho.

Chegamos no hotel, guardamos o carro e subimos para o quarto. De costume as cadelinhas já se despiam;
deitamos deixando o meio para dono que se aprontava para um banho com uma expressão cansada, lara e
eu nuas na cama nos entreolhamos "a não! dormir?! an an, não quero dormiiir!" dono ainda havia me dado
energético durante a tarde, parecia que fazia efeito justo àquele momento. Entrou para tomar seu banho,
ficamos ociosa... nos entreolhamos e cochichamos: dono viria, iria atrás de seu chicote... vamos esconder
alguma coisa dele, o chicote! entramos em euforia, dono já estava no banho há minutos, a qualquer hora
poderia surgir no quarto e pegar no flagrante! levantei num pulo, corri na sua mala peguei seu chicote
preferido, olhei pra lara: ondeee?? apavorada, adorando a sensação de aprontar com ele, desesperadas
olhamos pra geladeira... agachei trouxe ela pra frente, encaixei o chicote atrás, empurrei-a no lugar, dono
desligou o chuveiro, lara me mandavaeu subir logo na cama, voei pro meu lugar, morremos de rir
afogadas no travesseiro, nos recompomos logo mas não contemos por muito tempo, não podia olhar pro
lado dela, mas quando dono chegou no quarto as duas riam, dono torceu os lábios, soltou um risinho: O
QUE APRONTOU AS CADELINHAS? nada dono, estamos quietinhas! é, esperando você! Dono: HUMM...
TÁ BOM CADELINHAS VAMOS MIMI ENTÃO. An?! como assim? só isso? não vai procurar seu chicote?
pensei comigo, falávamos em pensamentos eu e lara, falando isso dono voltou ao banheiro, tempo
suficiente para q as duas se frustrassem total, queríamos brincar! era noite, última noite dele oras, como
assim dormir?! só nos olhamos uma última vez, dono chegava na cama, beijou as cadelinhas, apagou a luz,
deu boa noite.

No escuro pensava: e agora? ele tem que procurar esse chicote hoje! minutos de silêncio...
-não to a fim de dormir dono!
-é! eu também não!
Nos ajudávamos:
-tá com sono liana?
-não!
-eu também não!
Ele ria, quaase indo:
-DESCANSEM CADELINHAS, DESCANSEM, VOCÊS ESTÃO CANSADAS.
kkkkkk jogou a culpa na gente! como se quiséssemos dormir!
-não, eu não vou dormir!
-nem eu! quem tá cansado é vc aí ó, molinho!
-é! ninguém tá cansada, só você!
Provocávamos dono, até que mencionou o chicote, enchi de alegria, estávamos conseguindo!
-DORMEM CADELINHAS, SE NÃO VERÃO AQUELE CHICOTE! VAMOS DÊEM BOA NOITE...
Ele esperava
-não, não dou! tá com sono lara?
-não!
-então!
-EU VOU CONTAR ATÉ TRÊS!... NÃO VÃO DORMIR?!
-não! não vamos!
-UM... DOIS...
Eu estava eufórica pra o ver ir atrás do chicote kkk
-NÃO VÃO?! VÃO SE ARREPENDER, EU VOU JUDIAR DE VOCÊS!
-kkkkk
Rimos as cadelinhas
-TRÊS!
Dono se movimentou na cama, acendeu a luz - não sei quem tava mais empolgada com a situação - se
levantou:
-EU AVISEI VOCÊS, SUAS CADELINHAS! VÃO SE ARREPENDER OUVIRAM?
-hunrun!
Cobríamos o rosto com o lençol para não rir, ele vasculhava a mala:
-CADÊ MEU CHICOTE? ONDE O COLOQUEI?!
-não sei dono, tava aí, foi você quem guardou, ninguém viu, você viu liana?
-não.
-Eu também não.
-AFF, MEXERAM NAS MINHAS COISAS VOCÊS DUAS! VAMOS! ESPERO AQUI NA MINHA MÃO,
AGORA!
-mas dono, a gente não mexeu, você guarda suas coisas e não sabe onde põe?
-SABEM O QUE SIGNIFICA POR AS MÃOS NO MEU CHICOTE?!
-não pegamooos!
-NÃO VÃO TRAZER?!
-mas don...
Nem terminamos a frase
-DE JOELHO AS DUAS ALI, AGORA!
Nos olhamos... seguramos pra não rir, nos postamos de joelho com as mãos pra trás.
-ATÉ QUE ME FALEM ONDE COLOCARAM VCS NÃO SAEM DAÍ OUVIRAM?
-mas vamos ficar a noite toda aqui? não foi a gente!
-é, não foi!
Nos corrigia na parede, pernas juntas, posição ereta, mãos pra trás e cara na parede! ele procurava, chegou
na minha mala, na janela! poderia estar em qualquer lugar! estava irritado
-OLHEM, UMA COISA EU FALO, SE MANDARAM ELE PELA JANELA, VCS DUAS VÃO PELADA LÁ
EM BAIXO BUSCAREM, NÃO TO NEM AÍ!
era quarto andar, nós ríamos demais, abafadas observando sua raiva. A posição começava incomodar, as
pernas dormirem, o corpo curvar... aos poucos no desfazíamos da posição
-AJEITEM-SE! FECHEM AS PERNAS, VÃO FICAR A NOITE ASSIM, EU ESTOU NA CAMA, E PASSO
MUUUITO TEMPO AQUI VIGIANDO VCS!
nos aterrorizava psicologicamente, deitado falava trocando os canais da TV, que não escondiam sua raiva,
pois não parava em nenhum, pude observar, apesar de falar calmo e contido queimava de raiva por
dentro, chegou a me excitar, confesso.

Ele se levantou desligou a TV e foi a até a mala... nos olhamos, que será q pegaria?! uma sensação gostosa
de medo, a mercê da raiva dele. Trouxe os niplles, um par de prendedores de metal ligados por uma
correntinha que se ajustavam a pressão com que apertavam os biquinhos dos seios, odeio eles, me deixam
muito sensível e dolorida. Uma a uma ajustou aquilo na gente, de início estava tranquila, mas aí se deitou
nos aterrorizando psicologicamente:
-ESTÃO GOSTANDO DE FICAR AÍ? EU ESTOU ADORANDO VER VCS DAQUI, VÃO FICAR A NOITE
ASSIM.
eu de joelhos, um pouco já cansada, os seios doíam muito, mandava sempre a gente se ajeitar na posição,
sutilmente se ajeitou na cama chegando para a ponta:
-VÊEM AQUI CADELINHAS, DE JOELHOS!
espaço curto, mas tudo doía já, mandou que nos postássemos bem a sua frente, de forma a nos alcançar
-ESPERO QUE CANSEM LOGO DESSA BRINCADEIRA DE VCS, TENHO DISPOSIÇÃO PARA UMA
NOITE AQUI, ESTOU ME IRRITANDO PROFUNDAMENTE, VCS MEXERAM NAS MINHAS COISAS...
falava isso puxando a correntinha, fazendo com que os prendedores escorregassem mais para os bicos,
aquilo doía muitoooo, começaram a me irritar, ele puxava dando soquinhos, torturando as cadelas
desobedientes... nos trouxe num puxão e olhou nos olhos:
-ÚLTIMA VEZ QUE FALO COM VCS, OU O CHICOTE AQUI AGORA OU AS DUAS SEM COLEIRA!
irritamos muuuito ele nessa noite, nos entreolhamos... lara se levantou, foi até a geladeira arrastou,
agachou e trouxe o chicote, dono observava a ousadia das cadelas, ela entregou pra ele, se ajoelhou
novamente, ele mandou que voltássemos na posição inicial - oras! mas o chicote tá aí! que mais quer? -
pensava comigo. Voltava com algum objeto nas mãos:
-QUAL DAS DUAS CADELAS VAI SER A PRIMEIRA?
-primeira o que dono? a gente já deu o chicote.
-QUEM VAI SER A PRIMEIRA?
(...) nada, ouvia-se moscas
-CERTO! EU ESCOLHO! LARA! AQUI JÁ!
estávamos de costas pra ele, ela se levantou com dificuldades, dono havia tirado os niplles (graças a
Deus!) eu pensava: mas o que será q vai fazer com ela? - depois seria eu!
-DEITA AQUI NO COLO, ASSIM, VAI FICAR UMA GRACINHA ISSO DAQUI EM VCS! KKK
o Raaabooo! pensei apavorada, o plug novo que comprara, meu bumbum tava todinho dolorido da fodida
seca que dono não lubrificou. :-/

"Ai ai donoo!" lara resmungava doído, dono a mandava ficar quieta ajeitando-a em seu colo, observei
furtivamente "deixa que eu ponhoo, eu ponho, tá doendo" eu comecei a suar frio CADELA, RELAXE! senti
o pavor de lara, provavelmente o plug entrava no seu bumbum, então ela reclamou de novo, aquilo me
aterrorizava o psicológico, comecei a me mexer, o impulso de levantar e correr dali, daqui a pouco seria
eu! então me virei pra trás, nervosa, saindo da posição PAREDE CADELINHA, PAREDE! Voltava à
posição correta ouvindo os gemidinhos dela, que pareciam agora serem de prazer, fiquei menos
apreensiva.

Então mandou que me levantasse e fosse até a cama, lara estava com o rabinho ainda no colo dele com o
bumbum pra cima chupando dono tão gostoso... Bateu a mão na cama para que me deitasse sob a irmã de
forma que fizesse oral nela, me ajeitei e comecei a passar a língua na xaninha dela, toda molhada de tesão
pelo plug no seu bumbum, minhas mãos espalmadas nas suas coxas a segurava para chupá-la, dono
observava suas cadelas, continuei a lambendo, então depois de um tempo fez lara se levantar me trazendo
para chupar seu pau, parte do meu rosto estava todo molhado da irmã, ele me ajeitava no seu colo com o
bumbum empinado para poder colocar aquilo em mim, eu contraía tuuudo, tava dolorida um pouco
machucadinha. Mandava-me relaxar, levei um tempo até deixar q chegasse encostar aquilo na portinha,
estava lubrificado, mas não parecia... Começou a forçar a entrada, lentamente senti o plug entrar, gemia de
dor enquanto me penetrava me segurando firme... senti a irmã me chupando, e dono tirava e colocava o
plug no meu bumbum, pensava se não tinha dó pelo que já tinha feito comigo, mais concluía que não!
Segurei a água no cantinho dos olhos.

Dono fazia tudo calmo, observava com uma cara de quem amava o que tava fazendo, sua fisionomia não
escondia o sádico agindo, se divertindo punindo suas cadelas desobedientes (...)

Enquanto juntava seus acessórios pensei que realmente fossemos dormir enfim, no fundo eu não estava
com sono queria os brinquedinhos! O desafiei: tô sem sono, não vou dormir! Lara: é eu também não quero!
VÃO! NEM QUE FOREM AMARRADAS! O semblante estava firme, senti vontade de mexer de novo para
ver o que aconteceria, queria o cinto! Apanhar de cinto! Amo isso! Melhor, apanhar de quatro com os
pulsos algemados! Adoooro! Queria que me batesse, até me fazer pedir pra parar!

Ele advertia, nos mandava dormir de novo: VOU AMARRAR VOCÊS PARA QUE FIQUEM DEITADAS
ATÉ QUE EU ACORDE! NEM AO BANHEIRO VÃO! (particularmente eu adorava a ideia!) nós ríamos
duvidando, ele foi até a mala trouxe cordas e gags, começou por lara, eu observava sua destreza dando
nós que uniam os pulsos aos tornozelos pelas costas, amarrada sem poder nem afastar o corpo ele vinha
com os prendedores regulando-os numa pressão terrível, e dada a posição isso incomodava absurdo, mas
um sensação gostosa de incapacidade, indefesa, e a dor completava um prazer inexplicável, ficamos assim
as duas, caladinhas com o gag, de barriga pra baixo e cara no colchão.

Ele ria, eu adorava seu sadismo, esse homem que me faz engolir um orgulhozinho sempre presente na
minha personalidade me enlouquece quando me deixa a mercê de si, Dono só não esperava que enquanto
me prendia lara se soltava, ri muito quando ela livrou das cordas, eu já estava observando furtivamente o
que ela tentava, dono se espantou, chegara perto dela batendo na sua bunda desobediente, voltava a atar a
amarra enquanto ela ria da situação, foi maravilhoso me soltar também e o desafiar a amarrar mais firme,
dessa vez demorara mais com lara a desafiando a se soltar, dizendo q logo seria eu  a próxima, ria muito
abafada com o gag que me incomodava o maxilar, que inclusive também consegui me livrar ainda com as
mãos atadas, dono empurrava e apertava mais o gag, até certo modo que conseguisse mais cuspí-los, mas
apertava muito, difícil até pra engolir direito, começava a babar um pouco, uma sensação desconfortável
aquilo, ainda me perguntava coisas só pra me fazer resmungar sem sucesso, humilhante confesso, babar
tentando falar, aff! Mas de lembrar me excito com minha incapacidade do momento.

Sentia a corda roçar na pele, apertava quase deixando hematomas nos pulsos, estava numa posição muito
incômoda, ainda com os prendedores que já faziam adormecer a sensibilidade dos biquinhos, mas que se
tocados por mais leve que fosse me causava uma dor imensa... (odeio prendedores!) Tentava me soltar
enquanto ele assistia o insucesso e o início de um pânico, dono se divertia assistindo suas cadelas entrando
em pânico, as pernas já dormiam, não podiam ser esticadas por estarem atadas ao pulso, tudo dormia
doendo, estava cansada de não conseguir nenhum progresso, estavam apertados os nós, só procurei me
acalmar e relaxar o quanto podia esperando dono soltar lara, momentos de pavor, movimento limitado,
seios sensíveis, abafada pelo colchão e sem poder reclamar nem pedir em palavras para me livrar de tudo
aquilo, foi só assistindo o desespero no olhar que dono nos soltou. Essa forma de domínio me excita tanto
quanto o domínio psicológico ser domada me alucina e realiza meu ser profundamente, porque é assim
que sou domável só para o dono, mas ardida na maioria das vezes, gosto do limite, da provocação... Os
extremos me excitam desde muito nova.

As cadelas agora estavam exaustas, lara adormeceu primeiro, dono afagava as duas, com uma carinha
satisfeita, iríamos todos descansar agora enfim, observava o carinho que tinha com lara, sentindo também
seu carinho comigo... Dominador, sádico, carinhoso, romântico e rebelde, dono me enlouquece os instintos
de cadela indomável, por vezes encontro-me ofegante em reconhecer seu domínio sobre minha rebeldia,
me põe de joelhos literalmente, antes de forma psicológica, depois física.

Dono ama e odeia, usa e abusa, manda, ordena firmemente! E sempre cuida, sua forma romântica,
carinhosa e intensa de ser me cativou, estou de quatro a todo o momento pra ele, nem penso mais em
medo, apesar de me sentir insegura às vezes por estar entregue a esse homem que de longe me faz sua; a
vulnerabilidade é algo que me assusta. Cuida de mim dono porque sou inteiramente sua, me tome, me
sacie o instinto, cala-me o orgulho, extraia-me, faça-me CADELA, SUA CADELA! (...)

No dia seguinte, almoçávamos antes de sua partida, nos lembrara dos castigos que acumulamos pela noite
desobediente que demos a ele, debochávamos, dono se fixava nas duas olhando diretamente, se pudesse
nos pegava pelos cabelos ainda na mesa, mas sabíamos que nunca faria isso em público, tanto que quando
se ausentou para um telefonema deixando seus cigarros e seu isqueiro sobre a mesa apressamos em dar
um fim no isqueiro, para que achasse os cigarros mas não os pudesse acender (kkk ai que delícia aprontar
com ele). Ele retorna, senta, volta a conversar tranqüilo com a gente, não arriscamos nos olhar para não rir
e entregar a arte... Ele passa a mão no maço, logo saca a falta do isqueiro: VCS ESCONDERAM MEU
ISQUEIRO, CADÊ ELE AGORA, NÃO ACREDITO NISSO! Nós: mas não pegamos nada, sério (maiores
caras de pau!) entre um telefonema e outro de lara dono se dirigiu a mim, para que falasse onde estava,
continuei afirmando não saber do que falava, me mandou mexer na bolsa de lara, vasculhei pra ele no
maior cinismo: não tá aqui! Eu falei! ME DÁ ESSA BOLSA AQUI, QUERO VER! kkkkkk ri por dentro,
lógico que não encontraria, lara o encaixara na madeira sob a mesa, dono devolveu a bolsa, chamou o
garçom, não sei que espécie de garçom que não tivera nenhum isqueiro para oferecer ao pedido do dono
kkkkk ríamos nessa hora, dono se informava sobre onde vendia um, entendido dono tirava o dinheiro do
bolso mandava as duas irem buscar: eu não! Nem eu! Procura o seu que tem que estar aqui, essas coisas
não somem, e dono já havia até mexido numa planta perto da nossa mesa na esperança de encontrar,
inclusive já havia olhado sob a mesa, não entendia como não achara, foi quando lara cochichou dizendo
estar dentro do seu sapato kkkkk morri de rir, a ansiedade e irritação dele aumentava, ele fingia não estar
ligando mais, mas voltava a ameaçar entre uma conversa e outra, chegou a trocar de lugar pra segurar lara
pelo pescoço de modo sutil como fizera no barzinho comigo, ele beliscava ela.

Ausentou-se dizendo apenas que já voltava, para que esperássemos ele, nesse momento devolvemos o
isqueiro escondendo-o por entre as travessas do almoço, de forma que só quando o garçom foi retirar a
louça é que o isqueiro de fato apareceu, rimos as duas dele, dizendo que ele já nem sabe mais onde põe
suas coisas (amei, deixamos dono um bom tempo sem fumar kkk).

Sei que acumulamos bons castigos nesse encontro, dono vai lembrar que escondemos seu chicote, que não
o deixamos dormir, que escondemos seu isqueiro o fazendo procurar por suas coisas novamente e além de
tudo, nosso deboche. Rio lembrando desses fatos, mas não escondo um certo medo do que vai fazer
comigo por isso tudo rs, isso renderá outro conto, o próximo com certeza!

OBS.: Donoo não excite mais sua cadelinha assim, não vejo a hora de pagar esses castigos, todos!
Aos que precisam de ajuda e esclarecimento sobre BDSM, e só mandar email para mim, com prazer estarei ajudando aos que precisam