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Aos que precisam de ajuda e esclarecimento sobre BDSM, e só mandar email para mim, com prazer estarei ajudando aos que precisam
Cage

(Do inglês: gaiola) Podem ser de metal ou madeira, mas devem ser grandes o suficiente para acomodar
uma pessoa.
Calabouço (Dungeon)

Aposento projetado e especificamente decorado e equipado para sessões BDSM. Também conhecido
como masmorra.
Comida, Fetichismo

é uma forma de fetichismo sexual na qual os participantes são estimulados por situações eróticas
envolvendo alimentos. Alguns alimentos e ervas próprias têm o propósito de provocar excitação sexual
em si. Sobreposições jogar comida com outros fetiches, incluindo fetichismo molhado e bagunçado,
feederism, Nyotaimori e Wakamezake. É diferenciada de Vorarephilia, aka "Vore", em que jogam comida
fetichiza comida enquanto vore fetichiza o ato de comer.
Camisa de Força

Camisa de forte material, geralmente lona, utilizada por centros psiquiátricos para imobilizações e
também no BDSM com o mesmo fim.
Camurça

Material usado na confecção de chicotes que provoquem dor bem moderada.
Candaulesismo

Consiste em exibir ou realçar os atrativos sexuais da companheira (esposa ou amante) com o objetivo de
provocar em outros homens excitação ou desejo sexual por ela.
Cane

Vara de madeira usada para surras. Pode ter vários comprimentos e grossuras. A mais usual (e hard) é a
Vara de Rattan (produzida com este material).
Canga

Do chinês: "Kang-kia") Instrumento de tortura que consiste em duas tábuas articuladas que se abrem no
sentido longitudinal. Possue três ou cinco recortes simétricos por onde se encaixa e se prende a cabeça e
os punhos ou, a cabeça, os punhos e os tornozelos do escravo(a). As tábuas são fechadas e o escravo(a) é
impedido de sair. Pode ter várias alturas diferentes aumentando o suplício do escravo(a); Objeto de
prisão e tortura, fixo ou solto, que consiste numa tábua, dividida em duas, com orifícios, que ao ser
fechada o furo maior  prende o pescoço e os dois menores  os
pulsos da escrava. Existe também. a canga com 4 furos, para os pulsos e tornozelos.
Canning

Espancamento com cane.
Calçados fetichismo (Retifismo)

também conhecido como Retifismo (após Nicolas-Edme Rétif), é a atribuição de qualidades atraentes
sexuais para sapatos ou outros calçados como uma questão de preferência sexual, transtorno
psicossexual, e uma alternativa ou complemento de um relacionamento com um parceiro. Os homens
homossexuais com o fetichismo da sapata são eroticamente interessado em sapatos masculinos. Embora
os sapatos de conotação sexual no ensino regular da palavra "weasel cultura" (por exemplo, sapatos
femininos são geralmente vendidos como sendo "sexy"), este parecer refere-se a um contexto etnográfico
ou cultural
Carne Fetichismo
A atividade sexual em vários tipos de carnes são o foco do desejo erótico.
Castigo

Uso deliberado de dor física  ou não fisica a uma pessoa como punição por determinado comportamento.
Em formas rituais de castigo físico, onde a escrava/o ou submissas/os é obrigada a aguardar com data e
hora marcada o castigo, Se postar em determinada posição (por exemplo, de bruços), ou mesmo despir-se
para apanhar, fazendo estes requintes parte do castigo, existem castigos físicos tradicionais no bdsm é a
aplicação de algumas diciplinas do BDSM ou algumas sao de castigos psicologicos. A tortura mental é
desaconselhável, por haver possibilidade de causar traumas e problemas psicológicos ao submisso. O
submisso(a) que por sua vez não deve incentivar nem pressionar o seu dominador(a) a transgredir seus
limites na insatisfação dos castigos e humilhações impostos.
Castigo corporal ou Castigo físico

É o uso deliberado de dor física a uma pessoa como punição por determinado comportamento. São
conhecidos instrumentos de castigo físico o chinelo, o cinto, a vara de marmelo, a palmatória, entre
outros. Há pessoas que utilizam formas rituais de castigo físico, onde a criança ou adolescente é obrigada
a aguardar com data e hora marcada o castigo, se postar em determinada posição (por exemplo, de
bruços), ou mesmo despir-se para apanhar, fazendo estes requintes parte do castigo.

Por forma a aumentar a humilhação da criança há famílias em que o castigo físico é habitualmente
aplicado na presença da família nuclear ou mesmo da família alargada; desta forma o castigo físico serve
ainda de exemplo às demais crianças da mesma família. Para além das sovas existem castigos físicos
tradicionais bastante violentos, tal como ajoelhar no milho. Este castigo é ilegal em muitos países
atendendo ao fato de ser muito doloroso e de deixar a criança ou adolescente bastante marcado.
Catena

Do original latino, cadeia. Esse é o nome dado a um tipo de sexo grupal, comum no Império Romano, no
qual cada participante praticava algum ato sexual com dois outros, formando o elo de uma corrente que
se liga aos demais. Por exemplo, um homem recebe sexo oral enquanto pratica cunilíngua com uma
mulher que, por sua vez, copula com outra, que pratica felação em outro homem e assim por diante.
Cateter

(Do grego "katheter"). Sonda cirúrgica. Instrumento tubular feito de materiais diversos, o qual é
introduzido no corpo com o objetivo de retirar ou inserir líquidos e efetuar exames.

No BDSM é utilizado para controle das necessidades fisiológicas do submisso(a).
Cateter de Foley

Tipo de cateter onde um balão pode ser inflado com uma solução estéril em uma das extremidades.
Cat o' Nine Tail ( Chicote com varias pontas )

(Do inglês: gato de nove caudas) Termo originalmente usado para se referir a um chicote usado pela
marinha britânica em punições à bordo de seus navios de guerra. Atualmente usado para referir-se a
chicotes com muitas pontas.
Cavalete

Utensílio mobiliar de tortura que consiste numa trave horizontal onde se coloca a escrava montada. Com
o tempo e o peso do corpo sobre os genitais, o incômodo se transforma em dor de intensidade crescente.
Peça com quatro pés, revestida de espuma ou não na parte superior, podendo conter argolas para fixação
dos punhos e tornozelos. Dentro do BDSM o cavalete é amplamente utilizado para a prática do spanking
ou canning. O escravo(a) debruça-se no cavalete e é atado nas argolas do mesmo. O cavalete deixa o
escravo(a) exposto ao dominador(a), pela posição assumida.
CBT (Do inglês: Tortura das Bola e Penis)

Prática de tortura específica do submisso masculino. Consiste em se aplicar jogos de tortura na região
genital masculina. Basicamente se usam "clamps", cintos de castidade para pênis, pesos, etc..
Cena ou sessão

Uma cena é uma atividade/jogo específico dentro de uma sessão ou relacionamento.

Por exemplo: Uma cena de spanking, uma cena de chuvas, de sexo, de disciplinamento, etc. Não
confundir sessão com cena. A sessão é composta de diversas cenas.
Cera depiladora

Usada no BDSM como tortura.
Cera quente ou Wax Play

Uma técnica onde o dominante traz cera quente na pele do submisso (ver também Wax Play)
Cigarros

Utilizados no BDSM para branding, como adereço de charme, para humilhação (baforando no rosto da
escrava ou usando-a como cinzeiro) ou disciplinamento (ao ordenar que a escrava o acenda, porte o
cinzeiro ou limpe as cinzas).
Cinto ou Cinta

Utilizado para surras, o cinto pode ser bastante doloroso. Além de, por causa de suas costuras e de sua
própria constituição,  poder chegar a doer e marcar mais que um chicote bem escolhido.
Cinto de Castidade

Aparelho fechado por cadeado ou outro dispositivo que outrora as mulheres usavam, principalmente na
idade média, com a finalidade de impedir as relações sexuais.
Dentro do BDSM os cintos de castidade tem aplicações temporárias, por horas ou dias, e normalmente
são de couro ou um metal não oxidante. Visam impedir o contato sexual.
Para os submissos homens existe um aparelho que envolve o pênis e torna a ereção extremamente
dolorosa. Cinta vestida na escrava, e retirável apenas pelo Dono, que impede a prática sexual.
Chamada de segurança

Medida de segurança em que um participante em uma sessão de jogo ou da reunião diz partes para outra
pessoa fora  de essa reunião porem de confiança, onde ele será, com quem e quando será a verificação de
volta.
Chibata

Peça composta de um cabo e uma haste semi-flexível, normalmente utilizada para montaria. Consegue-se
bastante precisão no spanking.
Chichisbeuísmo

Esquisita forma de triângulo amoroso em que a mulher casada tem um amante, sendo isto do
conhecimento do seu marido e dos seus amigos.
Chicote

Composto de um cabo, uma única longa tira de couro, podendo ter na ponta um pedaço triangular de
couro. É o instrumento usado pelos domadores de feras nos circos.
Chicote de Cavalariça

Chicote usado por Jóqueis para montaria. Chicote da Tiazinha.
Chicote de Couro Cru Trançado

Chicote de uma única tira de couro cru trançado (se tiver varias tiras, torna-se um rabo de gato)
Chuva Dourada

Ver: "Golden Shower" Chuva Marrom – Ato de defecar no submisso(a) Deve-se notar que as fezes contem
inúmeras bactérias e germes nocivos á saúde. Jogos e fantasias envolvendo urina. Cena que consiste em
se urinar sobre o parceiro.
Chuva Marrom

Jogos e fantasias envolvendo fezes. Cena que consiste em se defecar sobre o parceiro.
Chuva Prata

Jogos e fantasias envolvendo suor, saliva, gozo e(ou) esperma.
Chuva Romana

Prazer obtido com o vômito.
Clamps ou Clips

Jacarés (ver), pinça (ver) e clamp japonês (ver). Instrumento de tortura para pressão nos seios ou genitais.
São de quatro tipos básicos: Prendedores (de roupa ou semelhantes aos mesmos), Prendedores usados
em mamilos, lábios vaginais, escroto, etc. Acessório comum em uma cena de SM. Pode ter mola para
aumentar ou diminuir a pressão, pode ter ganchos para se pendurar pesos ou correntes. Normalmente
fabricados de plástico ou metal.
Clamp Japonês

Um engenhoso tipo de clamp que aumenta a pressão na medida em que se puxa a corrente ligada ao
mesmo.
Clismafilia

Fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.
Clister

Ver “Enema"
Cócegas

Ver “tickling”
Código de parada de segurança

Ver “safeword”
Coito Intercrural

O mesmo que coito interfemoral, ou seja, fricção do pênis entre as coxas da mulher.
Coito Intermamário

É o ato de friccionar o pênis entre os seios da mulher.
Coito por trás

Não é propriamente o coito anal, mas uma forma de penetração vaginal por trás, estando a mulher
sentada (no colo do homem), ajoelhada, em pé ou deitada de bruços.
Consensual

Atividades ou comportamentos acordados e de conhecimento de todos os que estão envolvidos. A
consensualidade verdadeira exige que todos os participantes envolvidos em uma prática BDSM, sejam
dominadores(as) ou submissos (as), tenham um mínimo de conhecimento o que vai ser feito e como vai
ser feito, e tenham conhecimento dos possíveis riscos. No Brasil, a consensualidade ainda é algo pouco
difundido e menos ainda praticada em seu sentido mais profundo. Não basta dizer, por exemplo, "vou te
amarrar". Tem de existir tanto por parte do submisso como por parte do dominador o conhecimento de
como fazê-lo, controlando os possíveis riscos e controlando todos os aspectos envolvidos. Sejam técnicos,
teóricos, práticos ou psicológicos.O item controverso e mais discutido da tríade SSC. Existem várias
interpretações e até mesmo contestações.Prefiro me manter omisso no momento quanto à minha opinião
pessoal, uma vez que minha definição e interpretação de consensual será tema de um próximo artigo,
mais elucidador e completo que poucas linhas que possa aqui transcrever.
Contrato

Um acordo escrito e formal entre as partes (Dom e sub) definindo direitos e obrigações de cada um. Estes
contratos não têm qualquer valor jurídico, mas algumas vezes são utilizados para definir e delimitar
relacionamentos e limites (... ou expressar formalmente a entrega da escrava).
Coleira

Símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento
como um profundo símbolo de entrega. Um(a) submissa(o) encoleirada(o) é considerado como
propriedade ou parceira(o) de um(a) dominador(a). Pode ser usado também como equipamento em uma
imobilização.
Coprolalia

Hábito compulsivo de pronunciar palavras obscenas durante as relações sexuais. Gênero de linguagem
obscena, caracterizada essencialmente pela humilhação, freqüente por ocasião do coito, advinda
principalmente do homem.
Corpopraxia

Ânsia de exibir as nádegas ou o ânus.
Coprosfagia

Fetiche por ingestão de fezes.
Coprofilia

Fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro.
Coreofilia

Excitação sexual pela dança
Couro (preto)

Material muito utilizado para vestimentas e equipamentos no BDSM..
Cock and ball torture (CBT)

É a Tortura dos órgãos genitais masculinos para gratificação sexual.
Cockring

Um brinquedo usado em todo o genital masculino. Normalmente, é uma banda de couro ou um metal /
anel de plástico que é colocado na base do pênis (& testículos) para permitir que o sangue a fluir, mas não
fora. Que permite ao homem para manter uma ereção por mais tempo.
Controle da respiração (Breath Control)

É quando o dominante controla a respiração da submissa.
Corte

Envolve ser cortado com uma faca ou bisturi. Parte dos chamados "jogos de Sangue". Veja também
"escarificação"
Crematistofilia

Excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro.
Crinofilia

Excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc).
Cronofilia

Excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa,
porém em concordância com a do parceiro.
Crop Whip

Chicote usado para técnicas de espancamento.
Crossdressing (Sissy)

Ato de se vestir-se ou obrigar o sub a vestir roupas e indumentárias do sexo oposto. Travestismo. Ato de
se vestir um homem de mulher ou mulher de homem. Mais comum entre homens submissos, do que em
mulheres submissas, talvez por causas sociológicas. Em alguns grupos o homem submisso assume
verdadeiramente o papel de mulher, inclusive servindo sexualmente. Uma espécie de travestismo.
Crucificação

Prática de se prender a escrava a uma cruz e ali deixá-la. Mais que uma forma de imobilização, a
crucificação torna-se uma tortura a partir do momento em que a escrava é ali deixada por longas horas
até que perca sua sustentação nas pernas.
Cruz em "X" ou Cruz de Santo André

Cruz em forma de X, com argolas em todas as extremidades. Utilizada dentro do BDSM para imobilizar o
escravo(a). É um tipo de cruz  em X onde a escrava é presa com as mãos e pés afastados.
Cuckold ou Corno

Cuckold, quando usado em um contexto de fetiche, descreve o fetiche de homens que encontram prazer
masoquista em observar suas esposas fazer sexo com outros homens. O homem é cúmplice na
infidelidade e muitas vezes ajuda a organizar as reuniões. O casal não precisa necessariamente se casar,
mas deve haver algum tipo de compromisso entre os dois.

Como um fetiche, o cuco é uma forma de masoquismo mental que envolve principalmente humilhação
mental. Em um encontro típico, a mulher faz sexo com outro homem enquanto o marido observa. O
marido está, evidentemente, consciente e disposto. Essa falta de participação, esse sentimento de ser
deixada de fora, é o que muitos fetichistas cuckhold desfrutam.

Outro aspecto do fetiche cuckholding é a concorrência. Algumas teorias psicológicas afirmam que os
homens vão desejar mais suas esposas se acabassem de ter relações sexuais com outro homem, porque
isso permite que o esperma dos homens compita. Embora esta teoria não seja amplamente aceita, alguns
fetichistas criados consideram que esse aspecto se aplica a eles.

O fetichismo de Cuckhold pode existir ao longo de uma grande variedade de outras atividades
relacionadas ao BDSM, como dominância feminina, voyeurismo, negação e humilhação verbal.
Cuckholding é diferente de balançar (não há outra mulher para fazer sexo com o marido) e triplos
(porque o marido não participa).
Cuckquean

Um cuckquean ou cuckqueen é o gênero oposto de um cuckold.

Um cuckquean é uma mulher com um marido adúltero. No inglês moderno geralmente se refere a uma
mulher cujo fetiche está assistindo, e derivando o prazer sexual de assistir, um homem que faz sexo com
uma ou várias mulheres além de sua namorada , noiva , esposa ou outro parceiro sexual de longo prazo.

Cuckqueanry como fetiche

Um fetichista cuckquean está ciente da atividade de sua esposa, às vezes ativamente encorajando-o, e
deriva prazer sexual dele. Entre os fetichistas, a humilhação ou a vitimização do cuckold é um elemento
importante da parafilia .

Na subcultura de fetiche cuckqueaning, o macho assume o papel de ser sexualmente dominante ,
enquanto a mulher assume um papel submisso . A esposa geralmente só se envolve com o homem ou o
amante quando ele permite, às vezes permanece completamente celibatário .

Quando o fetiche é simplesmente heterossexual, a esposa só faz sexo com o marido; Quando é bi-sexual,
a esposa faz sexo com seu marido e a outra mulher, ou apenas com a outra mulher.

Os detalhes do fetiche podem variar de forma selvagem. Às vezes, o marido e seus amantes podem tratar
o cuckquean com amor; Às vezes não envolve nada além de balançar, trocar maridos ou compartilhar um
amante. Mas quando isso vai além disso, o fetiche pode exigir que o cuckquean seja humilhado ou
degradado. Às vezes, isso pode ser acidental ou incidental (por exemplo, as partes envolvidas estão
muito excitadas para parar); Mas outras vezes a humilhação pode ser intencional, e o marido e seus
amantes representam uma história ou realizam um ritual no qual forçam o cuckquean a realizar atos
humilhantes ou a entrar em circunstâncias que a degradem.
Cuidados posteriores

É o tempo após uma cena de BDSM ou uma sessão de jogo em que os participantes se acalmam,
discutem os eventos anteriores e suas reações pessoais a eles e voltam lentamente a entrar em contato
com a realidade. O BDSM envolve muitas vezes uma experiência endorfina alta e muito intensa, e a
incapacidade de se engajar em pós-tratamento adequado pode levar a subpontos à medida que estes
retornam a níveis mais cotidianos. Em alguns relacionamentos BDSM, como D / s, pós-atendimento pode
envolver o Cuidar Dominante para o submisso se a dor física foi infligida, como a aplicação de óleo de
bebê nas áreas que foram atingidas durante o jogo.
Cunnilinguis

Sexo oral na escrava.
Cunofilia

Termo que designa a apreciação por vulvas.
Cupping ou Sucção com copos

Sucção da pele produzida pelo uso de copos de vidro pequeno (brinquedo médico) no corpo. Tipos de
copos: ventosas, copos de fogo. Tenha cuidado, com sucção muito que você pode criar visível "chupões".
Use-os nos seios, nádegas ou onde quer que você gostaria de sentir essas sensações únicas. Não use estes
em qualquer área de mais de 5 minutos de cada vez para evitar possíveis irritações na pele, ou danos, tais
como hematomas. Os chineses usaram dispositivos de sucção para uso terapêutico, como acupuntura e
acupressão.